Sumários
Revisão Sistemática: Etapas-chave e Desafios
8 Novembro 2017, 17:00 • Sofia Santos
Revisão Sistemática
- tipos de revisões
- etapas da revisão - onde procurar?
- protocolo - guidelines para o desenvolvimento da revisão sistemática
- conteúdo do protocolo e da revisão
- planeamento do processo de pesquisa (estratégias)
- gestão de referências
- seleção dos estudos e flow-chart
- estrutura
Avaliação da Qualidade de Vida
25 Outubro 2017, 17:00 • Sofia Santos
WHOQOL-Bref
- Perspetiva histórica: a WHOQOL-100 e a Bref
- Apresentação da WHOQOL-BREF:
- constituição (domínios e fatores)
- pressupostos
- administração e cotação
- interpretação dos dados
- Observações e Recomendações
- Aplicação da WHOQOL-BREF- sintese e esclarecimento
Escala Pessoal de Resultados:
- Perspetiva histórica
- Processo de adaptação e validação da
EPR
- Apresentação da EPR:
- constituição (domínios e fatores)
- pressupostos
- administração e cotação
- interpretação dos dados
- Observações e Recomendações
- Aplicação da EPR - sintese e esclarecimentos
Escala de San Martin - versão Portuguesa
- Perspetiva histórica
- Processo de adaptação e validação da P-ESM
- Apresentação daP-ESM:
- constituição (domínios e fatores)
- pressupostos
- administração e cotação
- interpretação dos dados
- Observações e Recomendações
- Aplicação da P-ESM- sintese e esclarecimento
Bibliografia sobre Qualidade de Vida
Claes, C., Van Hove, G., van Loon, J., Vandevelde, S., & Schalock, R. (2010a). Quality of life measurement in the field of intellectual disabilities: Eight principles for assessing quality of life-related personal outcomes. Social Indicators Research, 98, 61-72.
Gardner, J., & Carran, D. (2005). Attainment of personal outcomes by people with developmental disabilities. Mental Retardation, 43(3), 157-174.
Hartley, S., & MacLean, W. (2006). A review of the reliability and validity of Likert-type scales for people with intellectual disability. Journal of Intellectual Disability Research, 50, 813-827. doi: 10.1111/j.1365-2788.2006.00844.x
Jenaro, C., Verdugo, M., Caballo, C., Balboni, G., Lachapelle, Y., & Otrebski, W. (2005). Cross-cultural study of person-centered quality of life domains and indicators: A replication. Journal of Intellectual Disability Research, 49(10), 734-739.
Loon, J., Hove, G., Schalock, R., & Claes, C. (2008). Personal Outcomes Scale: A scale to assess an individual’s quality of life. Gent: Stichting Arduin.
Loon, J., Hove, G., Schalock, R., & Claes, C. (2009). Personal Outcomes Scale: Administration and standardization manual. Gent: Stichting Arduin.
Santos, S., Rodrigo, A. e Gomes, F. (2016). Escala de San Martín Versão Portuguesa - Avaliação da Qualidade de Vida de Pessoas com Dificuldades Significativas (Documento não publicado)
Schalock, R., Bonham, G., & Verdugo, M. (2008). The conceptualization and measurement of quality of life: Implications for program planning and evaluation in the field of intellectual disabilities. Evaluation and Program Planning, 31, 181-190.
Simões, C., & Santos, S. (2013). Cross-cultural adaptation, validity and reliability of the Escala Pessoal de Resultados. Social Indicators Research. doi: 10.1007/s11205-0130515-4
Simões, C., & Santos, S. (in press). The Portuguese version of Personal Outcomes
Scale: A psychometric validity and reliability study. Intellectual and Developmental Disabilities.
Schwartz, C., & Rabinovitz, S. (2003). Life satisfaction of people with intellectual disability living in community residences: Perceptions of the residents, their parents and staff members. Journal of Intellectual Disability Research, 47, 75-84.
Shogren, K., & Broussard, R. (2011). Exploring the perceptions of self-determination of individuals with intellectual disability. Intellectual and Developmental Disabilities, 49(2), 86-102.
Escala de Intensidade de Apoios
18 Outubro 2017, 17:00 • Sofia Santos
Aplicação da Escala de Intensidade de Apoios:
- Organizados pelos respetivos grupos de trabalho,
os alunos leem o protocolo de aplicação, procedendo em seguida ao preenchimento da escala relativamente a um caso previamente escolhido
- Esclarecimento de dúvidas
- Interpretação dos dados
- Análise quantitativa ou de referência à norma
(tabelas normativas)
- Análise qualitativa ou de referência a critério
- Reflexão da contribuição da EIA para a prática
profissional (escolar)
- Síntese Geral e Comentários
Bibliografia sobre Apoios
Buntinx, W., & Schalock, R. (2010). Models of disability, quality of life, and individualized supports: Implications for professional practice in intellectual disability. Journal of Policy and Practice in Intellectual Disabilities, 7(4), 283-294.
Claes, C., Van Hove, G., Vandevelde, S., van Loon, J., & Schalock, R. (2009). Evaluating the inter-respondent (consumer vs. staff) reliability and construct validity (SIS vs. Vineland) of the Supports Intensity Scale on a Dutch sample. Journal of Intellectual Disability Research, 53, 329-338. doi: 10.1111/j.1365-2788.2008.01149.x
Claes, C., Van Hove, G., Vandevelde, S., van Loon, J., & Schalock, R. (2012). The influence of supports strategies, environmental factors, and client characteristics on quality of life-related personal outcomes. Research in Developmental Disabilities, 33, 96-103. doi:10.1016/j.ridd.2011.08.024
Harries, J., Guscia, R., Kirby, N., Nettelbeck, T., & Taplin, J. (2005). Support needs and adaptive behaviors. American Journal on Mental Retardation, 110(5), 393-404.
Kraemer, B., McIntyre, L., & Blacher, J. (2003). Quality of life for young adults with mental retardation during transition. Mental Retardation, 41(4), 250-262.
Lopes-dos-Santos, P., Santos, M., Ferreira, M., Maia, M., Martins, S., Ives, S., …Tavares, A. (in press). Escala de Intensidade de Apoios versão Portuguesa. Lisboa: Cegoc.
Santos, S. & Morato, P.; Ferreira, S.; Aniceto, H.; Colaço, A.; Nogueira, J.; Pereira, J. & Rocha, C. (2009). Escala de Intensidade de Apoios – Estudo de validação e análise exploratória. Revista Educação Especial e Reabilitação. IV Série. Vol. 16. pp. 39-56
Santos, S.; Morato, P., Monteiro, A., Fiúza, R.; Carvalho, R. & Nunes, S. (2008). Adaptação da Escala de Intensidade de Apoios: Estudo Preliminar. Revista de Educação Especial. IV Série. Vol. 15. p.43-64.
Thompson, J., Bradley, V., Buntix, W., Schalock, R., Shogren, K., Snell, M., …Yeager, M. (2009). Conceptualizing supports and the support needs of people with intellectual disability. Intellectual and Developmental Disabilities, 47(2), 135-146.
Thompson, J., Bryant, B., Campbell, E., Craig, E., Hughes, C., Rotholz, D., …Wehmeyer, M. (2004). Supports Intensity Scale: Users manual. Washington, DC: American Association on Mental Retardation.
Thompson, J., Schalock, R., Agosta, J., Teninty, L., & Fortune, J. (2014). How the supports paradigm is transforming the developmental disabilities service system. Inclusion, 2(2), 86-99. doi: 10.1352/2326-6988-2.2.86
Van Loon, J., Claes, C., Vandevelde, S., Van Hove, G., & Schalock, R. (2010).
Assessing individual support needs to enhance personal outcomes. Exceptionality: A Special Education Journal, 18(4), 193-202. doi: 10.1080/09362835.2010.513924
Valente, P.; Santos, S. & Morato, P. (2011). A Intervenção Psicomotora como (um sistema de) apoio na população com dificuldade Intelectual e Desenvolvimental. A Psicomotricidade. nº14.
Verdugo, M., Arias, B., Ibáñez, A., & Schalock, R. (2010). Adaptation and psychometric properties of the Spanish version of the Supports Intensity Scale (SIS). American Journal on Intellectual and Developmental Disabilities, 115(6), 496-503.
CIF
11 Outubro 2017, 17:00 • Sofia Santos
Classificação Internacional de Funcionalidade
- Modelo
Médico vs. Modelo Social = Modelo
- A
CIF na Educação Especial
- Objetivos,
Princípios e Aplicações da CIF
- Constituição
da CIF (Funcionalidade/Incapacidade e Fatores Contextuais)
- Componentes
da CIF
- A DID na CIF
Aplicação prática da CIF e exercícios
Bibliografia sobre CIF
Buntinx, W., (2003). Mental Retardation: the relation between the AAMR definition and the International Classification of Functioning, Disability and Health. in Switzky, H. N. et al (2003). What is Mental Retardation – Ideas for an Evolving Disability. AAMR, USA, pp. 352-370.
Decreto-Lei nº3/2008, de 07 de Janeiro. Diário da República, 1.ª série — N.º 4 . Lisboa.
Ministério da Educação. (2008). Educação Especial - Manual de Apoio à Prática. Lisboa: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.
OMS (2003). CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde: classificação detalhada com definições. OMS & Direcção Geral de Saúde
Portaria nº 275-A/2012, de 11 de setembro. Diário da República, 1ª Série - Nº 176 . Lisboa.
Simeonsson, R., Ferreira, M., Maia, M., Pinheiro, S., Tavares, A., & Alves, S. (2010). Projecto da Avaliação Externa da Implementação do Decreto-Lei n.o 3/2008. DirecçãoGeral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.
Simeonsson, R., Leonardi, M. & Lollar, D. (2004). The ICF-CY – Developmental and field trial activities. Communication presented at Advancing Research Agenda for ICF. 10th North American Collaborating Center Conference on ICF
Soresi, S., Nota, L., & Wehmeyer, M. (2011). Community involvement in promoting
A Escala de Comportamento Adaptativo - versão Portuguesa (ECAP)
4 Outubro 2017, 17:00 • Sofia Santos
- Perspetiva histórica
- Outros instrumentos de avaliação similares
- Processo de adaptação e validação da ECAP
- Apresentação da ECAP:
- objetivos
- constituição (domínios e fatores)
- pressupostos
- administração e cotação
- interpretação dos dados
- Observações e Recomendações
- Aplicação da Escala Comportamento Adaptativo versão Portuguesa
- Organizados pelos respetivos grupos de trabalho, os alunos leem o protocolo de aplicação, procedendo em seguida ao preenchimento da escala relativamente a um caso previamente escolhido
- Esclarecimento de dúvidas
- Interpretação dos dados
- Análise quantitativa ou de referência à norma (tabelas normativas)
- Análise qualitativa ou de referência a critério
- Reflexão da contribuição da ECAP para a prática profissional (escolar)
- Síntese Geral e Comentários
Bibliografia sobre CA
Luckasson, R., & Schalock, R. (2012). The role of adaptive behavior in a functionality approach to intellectual disability. In S. Santos, & P. Morato (eds.), Comportamento adaptativo: Dez anos depois (pp. 9-17). Lisboa: Edições FMH.
Santos, S. (2014). Adaptive behaviour on the Portuguese curricula: A comparison between children and adolescents with and without intellectual disability. Creative Education, 5, 501-509. doi:10.4236/ce.2014.57059
Santos, S. & Morato, P. (2002). Comportamento Adaptativo. Colecção Educação Especial nº8. Porto Editora.
Santos, S. & Morato, P. (2004). Escala de Comportamento Adaptativo versão Portugesa. Fichas de registo (documento não publicado)
Santos, S. & Morato, P. (2008). Dificuldades Intelectuais, Comportamento Adaptativo e Sistema de Apoios. Revista de Educação Especial e Reabilitação. IV Série. 15: 7-14.
Santos, S. & Morato. P. (2012). Comportamento Adaptativo – 10 anos depois. Edições FMH/UTL
Santos, S., Morato, P.; Costa, D.; Duro, V.; Saramago, F. & Bruno, P. (2010) “Comportamento Adaptativo e as Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais na população Portuguesa: replicação do estudo de 2007”. Revista de Educação Especial e Reabilitação. IV Série. 17
Santos S. & Morato, P. (2007). Estudo exploratório do comportamento adaptativo no domínio psicomotor em populações Portuguesas com Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental. A Psicomotricidade. 9: 21-31.
Tassé, M. (2009). Adaptive behavior assessment and the diagnosis of mental retardation in capital cases. Applied Neuropsychology, 16, 114-123. doi: 10.1080/09084280902864451
Tassé, M., Schalock, R., Balboni, G., Bersani, H., Borthwick-Duffy, S., Spreat, S.,
…Zhang, D. (2012). The construct of adaptive behavior: Its conceptualization, measurement and use in the field of intellectual disability. American Journal of Intellectual and Developmental Disabilities, 117(4), 291-303. doi: 10.1352/1944-7558117.4.291